Concurso Polícia Penal DF 2022: Edital com 1.179 vagas tem banca definida

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Concurso Polícia Penal DF 2022

O concurso público da carreira é aguardado desde 2018, quando o governo do Distrito Federal aprovou a criação de 1,4 mil cargos. A expectativa era que o edital fosse publicado em 2018, o que acabou não acontecendo.

O cargo de Polícia Penal do DF tem requisito de nível superior em qualquer área. O salário inicial é de R$4.745. Além disso, os profissionais contarão com auxílio-alimentação, gratificações por habilitação em atividades penitenciárias e adicionais por tempo de serviço e insalubridade.

O concurso é composto por prova objetiva de conhecimentos gerais e específicos; teste de aptidão física; prova de aptidão psicológica; comprovação de idoneidade e conduta ilibada na vida pública e na vida privada; e Curso de formação profissional.

O Agente deverá exercer e operacionalizar tarefas de atendimento, serviço de vigilância, custódia, guarda, assistência e orientação de pessoas recolhidas aos estabelecimentos penais do Distrito Federal; acompanhar, instruir e orientar os processos de reeducação, reintegração social e ressocialização do detento; organizar, protocolar, preparar, expedir e arquivar documentos, promover controle de pessoal, tramitar processos e expedientes dos estabelecimentos penais; arquivar, manter e atualizar a documentação dos fichários e prontuários dos internos recolhidos nos estabelecimentos penais; fiscalizar as atividades de conservação e reparos das instalações e dos bens materiais dos estabelecimentos penais; realizar atividades assistenciais aos internos recolhidos nos estabelecimentos penais, nas áreas religiosas, sociais, educacionais e profissionais; promover, atualizar e manter os cadastros de visitantes, inclusive de familiares dos internos, autorizados a adentrarem nos estabelecimentos penais; executar as rotinas de visitação aos presos e promover as revistas em alimentos e pertences que adentram nos estabelecimentos penais; assistir as gerências e chefias dos estabelecimentos penais; realizar o serviço de expediente junto ao Poder Judiciário e aos demais órgãos ou às demais entidades; fiscalizar a aquisição de suprimentos necessários aos estabelecimentos penais, bem como a entrega dos produtos; exercer outras atividades que Ihe forem cometidas, compatíveis com o seu cargo.

Lei sancionada alterou carreira

O governador do DF, Ibaneis Rocha, sancionou em setembro de 2019, a Lei 6.373, que reestrutura a carreira de atividades penitenciárias.

Uma das mudanças estabelecidas foi a alteração da nomenclatura do cargo de agente de atividades penitenciárias. A partir da nova lei, a função passou a se chamar agente de execução penal.

Além disso, conforme legislação sancionada, será permitida a acumulação da função de professor, sem prejuízo da dedicação exclusiva. No entanto, é preciso que o servidor tenha compatibilidade de horário para exercer ambas funções.