Concurso PRF 2021: diretor mantém previsão de provas até junho! Oferta de 2 mil vagas!

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A expectativa é que a instituição consiga divulgar o edital ainda em 2020. No entanto, mesmo se isso não for possível as provas ainda podem acontecer no primeiro semestre de 2021.

A Polícia Rodoviária Federal segue na expectativa de abrir um novo edital de concurso público (Concurso PRF).

No momento, a corporação trabalha no cronograma do certame.

A expectativa é que a instituição consiga divulgar o edital ainda em 2020.

No entanto, mesmo se isso não for possível as provas ainda podem acontecer no primeiro semestre de 2021.

A informação foi confirmada pelo próprio diretor executivo da PRF, José Lopes Hott, pelas redes sociais.

Respondendo a uma pergunta de seguidor no Instagram, o diretor brincou que o primeiro semestre vai até junho e que ainda há chances da prova acontecer na primeira metade do ano.

Inicialmente, a PRF disse que previa provas em abril de 2021, mas quando a expectativa era de que o aval fosse publicado até outubro.

Com o atraso na autorização especulava-se se esse cronograma podia atrasar as provas para o segundo semestre do próximo ano.

De acordo com Hott, caso o edital seja publicado até fevereiro, é possível que as provas ainda sejam aplicadas até junho.

O diretor relembrou que o prazo estimado é de quatro meses. Mas, é claro, todas essas estimativas dependerão da autorização.

Sobre a autorização, Hott comenta que a PRF segue na expectativa e que o cronograma previsto será reavaliado pela corporação após o aval ser confirmado.

O Concurso PRF 2021

Os salários oferecidos pela PRF chegam a R$10.357,88 para nível superior e R$4.022,77 para nível médio.

Para ingresso na carreira de Policial Rodoviário Federal, é necessário nível superior (em qualquer área) e carteira nacional de habilitação (CNH) na categoria ”B”.

Os candidatos devem ser avaliados por prova objetiva de conhecimentos específicos, prova discursiva, exame de capacidade física, avaliação de saúde, avaliação psicológica, investigação social, avaliação de títulos e curso de formação profissional.

As tarefas do Policial Rodoviário Federal dependerão da classe, sendo dividas em quatro: Classe Especial; Primeira Classe; Segunda Classe; e Terceira Classe.

O salário inicial da carreira de policial rodoviário federal é de R$10.357,88 em 2019. Os valores já incluem o auxílio alimentação, que atualmente está fixado em R$458.

O Policial de terceira classe tem a missão realizar atividades de natureza policial envolvendo a fiscalização, patrulhamento e policiamento ostensivo, atendimento e socorro às vítimas de acidentes rodoviários e demais atribuições relacionadas com a área operacional do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, enquanto o de segunda classe terá que efetuar atividades de natureza policial envolvendo a execução e controle administrativo e operacional das atividades inerentes ao cargo, além das atribuições da Terceira Classe.

A PRF trabalha em parceria com outras instituições, como Ministério Público do Trabalho (MPT), Polícia Federal (PF), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Receita Federal, Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e outros.

O concurso da PRF 2021 deve ser composto por: a) prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório; b) prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório; c) exame de capacidade física, de caráter eliminatório, d) avaliação de saúde, de caráter eliminatório; e) avaliação psicológica, de caráter eliminatório; f) avaliação de títulos, de caráter classificatório; e g) investigação social, de caráter eliminatório, de responsabilidade da PRF.

Déficit de policiais

A necessidade de novos concursos públicos na Segurança Pública, em especial na PRF, é evidente em virtude do déficit de pessoal.

A carência da corporação atingiu a marca de mais de 8 mil policiais, em 2018.

Informações divulgadas pela própria Polícia Rodoviária Federal, na época, demonstrava que o efetivo de novembro de 2018 era de 10.029 servidores, quando o ideal seriam 18.424 na corporação.

A carência total era de 8.395 profissionais, com vacâncias resultados de aposentadorias, mortes, exonerações, transferências, entre outros motivos.